Playboy golpista do Bitcoin exibe dinheiro e mulheres durante orgia em hotel no Rio

Marlon Gonzalez Motta ficou conhecido por ter sido sequestrado e espancado no ano passado

Justiça determina busca e apreensão na casa do
Marlon Gonzalez Motta, que chegou a ser espancado em cobrança de dívidas, volta à boa vida (Foto: Reprodução)


Marlon Gonzalez Motta, o ‘playboy do bitcoin’ que está sendo investigado por estelionato pela Justiça do Distrito Federal, provavelmente tem muita grana para gastar, inclusive com orgias em hotel de luxo no Rio de Janeiro. É o que mostra uma reportagem do jornal Metrópoles publicada no último domingo (26).

No fim do ano passado, quando a Justiça foi atrás do dinheiro roubado dos investidores, cerca de R$ 3 milhões, Marlon tinha apenas R$ 500 de patrimônio financeiro.

No entanto, de acordo com fotos e vídeos vazados nas redes sociais nesta semana, Marlon tem desfrutado dos bitcoins roubados dos investidores que caíram na sua lábia.

Segundo o site, as imagens vazadas das farras de Marlon provocaram indignação nas pessoas que foram enganadas por ele. Marlon já foi inclusive sequestrado e espancado por uma de suas vítimas. O crime aconteceu em agosto do ano passado.

Foi a primeira vez que Marlon apareceu nos jornais; antes ele aparecia como megainvestidor nas redes sociais, ostentando carros, lanchas, e até mesmo usando a figura feminina em sua propagandas — o golpe àquela altura provavelmente já estaria em curso.

Hoje, como descreveu o Metrópoles, o golpista esbanja dinheiro e participa de festas regadas a álcool na companhia de mulheres nuas.

Porém, a questão não está no que ele faz ou deixa de fazer, mas sim porque o dinheiro que ele tem desfrutado vem justamente de quem acreditou nele, que era rendimento de 7% do valor investido. 



As vítimas, que entregavam a Marlon de R$ 50 mil a R$ 150 mil, eram geralmente jovens de classe alta. Marlon os abordava nas baladas. Segundo um amigo, ele chegava a gastar R$ 100 mil numa noite.

Imagens do Playboy do Bitcoin

De acordo com a reportagem, o vídeo vazado foi gravado num hotel de luxo em São Conrado, bairro nobre do Rio de Janeiro. Conforme apurou o jornal, Marlon teria se hospedado por alguns dias no início deste mês.

Dias antes ao episódio, vazaram também imagens das operações em dinheiro de Marlon. De acordo com video, ele e seu grupo movimenta quantias na casa dos 200 mil em espécie, provavelmente oriundas da troca de bitcoins.

“Marlon, tá aí ó. É só pedir mais”, diz um interlocutor.

A fala pode ser de quem tem acesso aos negócios fraudulentos criados por Marlon e que ainda podem estar em curso, mesmo com a ação da Justiça. 

Da mesma forma, é revelado outro vídeo com o seguinte comentário:

“Baitolinha, aí sua remessa. Precisar é nóis hein”, revela o vídeo, mostrando vários montes de dinheiro.

Sobre a orgia, não há muito o que descrever, as imagens ‘falam’ por si: Diversão, bebidas, bem-estar… Não se sabe, também, se essas mulheres nuas que estavam com Marlon têm alguma relação com seus negócios ilícitos. 

Contudo, o mal-estar de quem caiu na lábia do playboy provavelmente não foram as imagens de mulheres nuas, mas sim as das remessas.

Playboy como vítima

No início do mês, um fato trouxe o nome de Marlon mais uma vez às páginas dos jornais. Porém desta vez, o playboy do bitcoin apareceu como vítima num caso de falso sequestro e tortura.

Após uma denúncia, a Polícia Civil do Distrito Federal foi ver o acontecia numa chácara em Altiplano Leste na cidade de Paranoá (DF). O local foi usado para a encenação.

Golpes com Bitcoin 

O empresário Marlon Gonzalez Motta ficou famoso depois de ter desfalcado investidores de criptomoedas com falsas promessas.

Os golpes eram aplicados em jovens da alta classe que ele geralmente abordava em festas e que estavam começando a atuar no mercado financeiro.

Um deles chegou até mesmo levar o caso à Justiça, mas por conta de uma falha da defesa no processo, não deu em nada.

Entretanto, nem todas as vítimas de Marlon recorreram à Justiça. Antes dessa ação começar a tramitar, ele já havia sofrido o sequestro, onde supostos clientes teriam tentado recuperar cerca de R$ 150 mil.


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