Imagem da matéria: Bitcoin dispara e se aproxima dos R$ 80 mil; entenda o que está por trás da alta
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O Bitcoin segue em forte alta e encosta nos R$ 80.000 menos de uma semana após registrar um novo recorde histórico ao ultrapassar os R$ 70.000.

Em dólar, o BTC é negociado a US$ 13.700, no maior preço do ano. Mesmo depois de uma queda no início desta semana, e um mercado de ações aparentemente nervoso. Ontem, por exemplo, o Dow Jones afundou 2,3%, mas o Bitcoin se manteve estável em cerca de US$ 13.000 após cair brevemente para US$ 12.785.

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A última vez que os investidores de bitcoin viram um preço em dólar tão alto foi em 27 de junho de 2019 e, antes disso, em janeiro de 2018.

Esses ganhos de curto prazo fortalecem ainda mais a perspectiva otimista de longo prazo dos investidores. O Bitcoin está em alta desde o crash do mercado em meados de março. A perspectiva permanece praticamente a mesma desde então – com picos cada vez mais altos.

O que aconteceu nos últimos dias que está impulsionando a alta

Vários movimentos de grandes players do mercado financeiro mundial deram aos investidores motivos para otimismo. Para começar, em setembro, a empresa MicroStrategy anunciou a compra de US$ 425 milhões em bitcoin. Essa foi a primeira compra pública de uma empresa listada na bolsa do EUA.

Seguindo o exemplo, a Square, que tem como cofundador Jack Dorsey, criador do Twitter, também anunciou a compra de US$ 50 milhões em bitcoin.

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Na semana passada, ninguém menos que Paypal também entrou na jogada. A gigante do mercado de pagamentos digitais anunciou que permitirá permitirá que seus clientes comprem, mantenham e vendam bitcoin e várias outras criptomoedas diretamente por meio de suas contas.

Por fim, nesta terça-feira (27), mais duas notícias movimentaram o mercado: O DBS, o maior banco de Singapura e do sudeste asiático, disse que vai lançar uma corretora de criptomoedas. E o JPMorgan, maior banco dos EUA, divulgou ter começado a usar sua criptomoeda pela primeira vez para pagamentos internacionais.

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