Imagem da matéria: Indeal: Polícia Federal indicia 19 pessoas por fraude financeira
Dinheiro encontrado na casa de um dos sócios da empresa (Foto: Divulgação/PF)

A Polícia Federal (PF) concluiu o inquérito que apurava fraude financeira no caso Indeal e indiciou 19 pessoas na segunda-feira (24). De acordo com o Gaúcha ZH, entre os indiciados, estão os cinco sócios da empresa.

Na ocasião, as autoridades cumpriram dez mandados de prisão (sete pessoas ainda estão presas) e 25 de busca e apreensão. Foram apreendidos carros de luxo, joias e dinheiro. O inquérito foi concluído no dia 21 de junho.

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Segundo a reportagem, o desfecho do inquérito mostrou que a empresa operava de modo arrojado, mais ainda do que os policiais suspeitavam mediante material apreendido, evidenciando uma contabilidade precária, aquisições de bens para os sócios com recursos da conta da Indeal e casos de lavagem de dinheiro.

Conforme a publicação, os crimes identificados durante as apurações da Polícia Federal — com apoio da Polícia Civil e Receita Federal do Brasil — foram os seguintes:

Organização criminosa; operação de instituição financeira clandestina; oferta e/ou negociação de valores mobiliários sem autorização; crime contra as relações de consumo; gestão fraudulenta; apropriação indébita financeira; evasão de divisas; falsidade ideológica; lavagem de dinheiro; violação de sigilo funcional.

A Indeal foi, primeiramente, investigada por captar, sem autorização do Banco Central, recursos de terceiros para investimento no mercado de criptomoedas e prometer retorno de, pelo menos, 15% no primeiro mês de aplicação. As autoridades afirmam, contudo, que o dinheiro era aplicado em fundos de renda fixa.

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Vítimas da Indeal

Cerca de R$ 1 bilhão pode ter sido captado pelo grupo investigado. Segundo a PF, alguns sócios apresentaram uma evolução patrimonial descomunal — teve sócio que passou de menos de R$ 100 mil para dezenas de milhões de reais em cerca de um ano.

No entanto, a empresa deixou um rombo de R$ 300 milhões e mais de 55 mil pessoas foram prejudicadas. De acordo com Heverton Luiz Caberlon, auditor fiscal da Receita, há a suspeita de que a empresa atuava em 26 estados do país, com exceção de Roraima.

As autoridades federais têm buscado uma forma para restituir os valores às vítimas do golpe. O Ministério Público Federal (MPF) vai requerer a alienação antecipada de bens apreendidos na Operação para realizar um levantamento junto com Polícia Federal.

“Operação Egypt”, a origem

O Superintendente da PF no RS disse que a “Operação Egypt” foi iniciada partir de um e-mail.

Nele, a pessoa questionava a legalidade dessa companhia que “estava captando recursos para investimentos com criptomoedas, que possuía capital social de R$ 100 milhões e prometia 15% de retorno ao mês”.


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