Imagem da matéria: Criptomoedas desabaram nesta semana; vale comprar agora?
Criptomoedas operam em forte queda (Foto: Shutterstock)

Entre o domingo (21) e esta sexta-feira (26), o bitcoin despencou de R$ 320 mil para R$ 262 mil, levando junto o preço das principais criptomoedas do mercado. O único ativo que não desvalorizou nesses dias foi o cardano (ADA), segundo o CoinMarketCap.

Apesar de gerar perdas temporárias para investidores, períodos de queda também são janelas de oportunidades de compra, segundo Fabrício Tota, diretor de Novos Negócios do Mercado Bitcoin.

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“Essas oscilações são esperadas e acabam dando oportunidades de entrada para quem ainda não alocou nada ou que quer fazer uma nova alocação. Evidente que nunca sabemos se vai cair mais, se haverá outras oportunidades de entrada, mas períodos de tendência de quedas como esse que estamos vendo são normais e até mesmo saudáveis para o preço ‘respirar’ um pouco”, falou ele.

De acordo com Tota, para quem tem perfil super conservador, o ideal é começar alocando apenas 2% do capital em criptomoedas.

“E esse percentual pode ir aumentando de acordo com o perfil do investidor e do apetite pelo risco. No atual cenário Brasil, com juros a 2% aa, para um investidor que tem uma carteira diversificada, 10% é de bom tamanho”, disse.

Fortalecimento no longo prazo

Apesar da queda desta semana, bitcoin e outras criptomoedas devem se fortalecer ainda mais no longo prazo, de acordo com o CEO da Ripio, Sebastian Serrano.

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O motivo, falou, é o recente influxo de capital corporativo público na moeda — como da MicroStrategy, Twitter, Square, Tesla, entre outros —, que transformou o bitcoin em uma reserva de valor e forneceu legitimidade para o mercado de criptomoedas em face dos mercados tradicionais.

“Soma-se a isso os anúncios do PayPal e da Apple, que permitirão venda, compra e aceitação de pagamentos em ativos criptográficos, junto com a decisão da Coinbase de se tornar a primeira exchange a abrir o capital e se tornar pública. Esses são sinais indiscutíveis de que o BTC está emergindo de seu nicho original para a adoção em massa e isso implica uma maior capitalização de mercado no futuro”, disse.

Bitcoin a US$ 100.000 em 2021

Investidores do mercado tradicional também estão confiantes na valorização da moeda. Anthony Pompliano, sócio do fundo de hedge de ativos digitais Morgan Creek Digital, disse à Forbes nesta semana que o ativo pode valorizar 100% ainda em 2021.

“Eu mantive uma meta de preço de US$ 100.000 por bitcoin até o final de 2021 desde que escrevi publicamente sobre isso em 2019”.

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Anthony Scaramucci, ex-diretor de Comunicações da Casa Branca que tem um fundo hedge (SkyBridge Capital) que pretende investir em BTC, também falou à Forbes que a moeda pode ‘chegar facilmente’ a US$ 100.000 nos próximos 12 meses.

Brett Messing, sócio de SkyBridge Capital, também é otimista e acredita que a moeda possa chegar a US$ 500.000 nos próximos anos.

Além do Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Comp, Aave, Link e Mkr também são criptomoedas que devem voltar a valorizar em 2021, de acordo com especialistas consultados em janeiro pela reportagem do Portal do Bitcoin.

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