Alan Deivid de Barros, 'Allan Barros', passeia em barco
(Reprodução/Instagram)

A Polícia Federal prendeu na última terça-feira (27) na Operação Fast em Curitiba (PR) o empresário Alan Deivid de Barros, suspeito de cometer fraude com a oferta de investimentos em criptomoedas. Barros ficou famoso no início do mês ao ser expulso de uma padaria em Barueri (SP) por usar um notebook no local. Um vídeo com a discussão acabou viralizando na internet.

O empresário, supostamente sócio da Unimetaverso Gestão de Ativos Digitais e Marketing Ltda, virou um dos alvos da PF na investigação de uma associação criminosa baseada em Balneário Camboriú (SC) que aplicou vários golpes com projetos fraudulentos de criptomoedas e NFTs. Segundo o órgão, o grupo teria feito cerca de 22 mil vítimas no Brasil e no exterior, com prejuízo estimado em R$ 100 milhões.

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Conforme apurou o G1, o empresário ostentava uma vida de luxo nas redes sociais e frequentemente postava fotos com carrões e mostrava suas viagens pelo mundo, como Paris e Abu Dhabi.

Em nota ao site, o advogado Leonardo Dechatnik, que defende as duas partes, disse que tanto Barros quanto sua empresa nunca foram objeto de processo por parte de investidores e que a prisão preventiva “parecia desproporcional”, devido a não haver violência ou grave ameaça.

Discussão na Padaria

Há cerca de um mês, Barros foi expulso de uma padaria em Barueri quando o dono do lugar se irritou com ele pelo uso de notebook no local. Após uma série de discussões, os dois foram para fora do estabelecimento e a confusão esquentou a ponto de o dono da padaria correr atrás de Alan com um pedaço de pau.

Assista ao vídeo:

Conforme apurou o G1 na época, a Delegacia de Polícia de Barueri abriu um inquérito para investigar uma tentativa de agressão no caso.

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Um vídeo postado na internet então viralizou, bem como a discussão sobre o uso de eletrônicos em bares e cafés.

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