Os gêmeos Matheus e Renan Mizobe Massi em vídeo no YouTube
Os gêmeos Matheus e Renan Mizobe Massi em vídeo no YouTube (Imagem: Reprodução)

“Falta de conhecimento e ganância”, disseram recentemente em um vídeo os influencers de finanças Matheus e Renan Mizobe Massi, do canal Gêmeos Investem no YouTube, sobre o caso de pirâmide financeira que envolveu jogadores do Palmeiras. Estima-se que o prejuízo a pelo menos dois jogadores pode ser na casa de R$ 11 milhões.

O caso, revelado no mês passado, conta com pelo menos dois processos na Justiça de São Paulo — um aberto pelo lateral Mayke, outro pelo ex-meia do clube, Gustavo Scarpa, que atua no clube inglês Nottingham Forest.

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Quando o caso veio a público, revelou-se que a empresa WLJC, do jogador então jogador do Fluminense, Willian “Bigode”, hoje no do Athletico Paranaense, usou as criptomoedas como isca para garantir altos retornos em contratos de investimentos. O dinheiro, contudo, era transferido para uma outra companhia chamada XLand, que, por sua vez, sumiu com os fundos.

“Os jogadores não sabiam direito o que eram as criptomoedas, como funcionam, como você consegue armazenar e por conta disso que eles caíram [na pirâmide]”, disseram Matheus e Renan.

Sobre os altos retornos que atraíram os jogadores, os gêmeos fizeram um alerta, já que o tema do vídeo era sobre os seus investimentos no setor cripto.

“Falta de conhecimento e ganância também desse retorno garantido que normalmente vai ser muito alto, muito maior do que o mercado”.

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Promessa de rendimentos de até 5% ao mês

A promessa de rendimento nesse caso era de 3,5% a 5% ao mês em supostos investimentos em criptomoedas ofertados pela WLJC. No entanto, quando os clientes tentaram resgatar seus fundos, entre agosto e outubro de 2022, não tiveram sucesso.

Em depoimento à polícia na época, Willian teria dito que também era vítima e que havia perdido cerca de R$ 16 milhões no negócio.

Na semana passada, no entanto, para assegurar parte dos processos em andamento, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou o bloqueio de R$ 7,8 milhões das contas bancárias de Willian, bem como de suas sócias na WLJC Gestão Financeira, Loisy de Siqueira e Camila Moreira de Biasi.

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