Imagem da matéria: Binance enfrenta processo nos EUA por acusação de facilitar transações do Hamas
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Um grupo de familiares de vítimas dos ataques terroristas do Hamas contra Israel no dia 7 de outubro do ano passado está processando a Binance nos Estados Unidos. A alegação é que a corretora facilitou a atividade do grupo ao permitir que eles operassem contas em sua plataforma. 

O processo está tramitando no Tribunal do Distrito Sul de Nova York e busca representar cidadãos dos Estados Unidos que foram feridos ou familiares de norte-americanos mortos no ataque. 

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Segundo reportagem do jornal britânico Financial Times de outubro do ano passado, mais de 100 contas ligadas ao Hamas na Binance foram congeladas a pedido do governo de Israel após os ataques.

Além disso, o The Wall Street Journal apurou na mesma época que o Hamas recebeu US$ 41 milhões (R$ 202 milhões) em criptomoedas. A Chainalysis, empresa especializada em análises de segurança cripto, afirmou que o valor está superestimado.

Plataforma de financiamento do Hamas

Além da Binance, o processo também é contra Irã, Síria e Changpeng “CZ” Zhao, fundador da corretora. A ação judicial se fundamenta em graves alegações de que a corretora de criptomoedas forneceu uma plataforma de financiamento clandestino para o Hamas e outros grupos entre 2017 e meados de 2023.

Segundo o processo, a Binance e seu ex-CEO, Changpeng Zhao, teriam permitido conscientemente a atores ilícitos, incluindo o Hamas, evadir restrições regulatórias dos EUA relacionadas ao financiamento do terrorismo.

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A acusação argumenta que a Binance falhou em implementar infraestrutura legal obrigatória para prevenir o financiamento do terrorismo, uma violação que foi destacada em acordos de confissão criminal e assentamentos civis divulgados no final de 2023 pelo Departamento de Justiça dos EUA e reguladores americanos.

O processo busca reparações sob o Ato Antiterrorismo dos EUA e o Ato de Imunidades Soberanas Estrangeiras, alegando que a Binance forneceu assistência substancial aos terroristas, incluindo o fornecimento de uma ferramenta de financiamento e a ocultação de informações cruciais dos reguladores e do público dos EUA.

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