Imagem da matéria: Bancos congelam saques em província da China e população faz protesto violento; veja vídeo
Chineses protestam em frente a banco para fim do bloqueio de saques (Imagem: Reprodução/Twitter)

Um vídeo que mostra um confronto violento entre seguranças e manifestantes que protestavam contra o bloqueio de seus fundos em bancos na China viralizou nas redes sociais no domingo (10).

Segundo informações da Reuters, o confronto que aparece no vídeo abaixo aconteceu na filial do Banco Central da China em Zhengzhou, capital da província de Henan.

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Alguns chineses do grupo de cerca de mil manifestantes relataram à agência de notícias que ficaram feridos depois que seguranças de “mão pesada” dispersaram a multidão. 

Imagens divulgadas pela Reuters mostram ângulos diferentes do confronto no mesmo local e é possível ver que no início, os manifestantes protestavam de maneira pacífica, sentados em uma escadaria na entrada do banco.

Outros trechos dos vídeos mostram que a multidão reagiu às agressões jogando garrafinhas de água nos seguranças até um empurra-empurra generalizado tomar conta do local.

Dinheiro congelado

O que está por trás do confronto que aconteceu no final de semana em Zhengzhou é US$ 1,5 bilhão em depósitos de chineses congelados em pelo menos três bancos rurais do país.

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O ato levantou a suspeita sobre um possível calote e chineses correram aos bancos para tentar recuperar o dinheiro, prática já conhecida como corrida bancária.

As autoridades informaram à imprensa local que estão investigando os três bancos que justificaram os bloqueios citando uma “atualização seus sistemas internos”, sem dar mais detalhes aos clientes sobre o problema.

Para cobrar o fim dos bloqueios que já duram pelo menos três meses, o grupo de manifestantes planejavam protestar em Zhengzhou em junho. Entretanto, o encontro foi frustrado quando as autoridades chinesas proibiram a entrada na cidade de manifestantes como suposta medida para prevenir a proliferação da Covid-19.

Na época, um depositante afetado pelo bloqueio disse à Reuters que o governo chinês estava “colocando algemas digitais em nós”, ao proibir a entrada na cidade.

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O protesto finalmente aconteceu no domingo, um mês depois do planejado, e terminou em confronto.

Segundo o jornal estatal Global Times, esse banco, junto com o Yuzhou Xinminsheng Village Bank, está sob investigação das autoridades chinesas por arrecadação ilegal de fundos.

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