Imagem da matéria: Ethereum (ETH) sobe 5% e flerta com novo recorde de preço; Solana (SOL) dispara 10%
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O Ethereum (ETH) abriu o mês de dezembro com o pé direito ao valorizar cerca de 5,3% nas últimas 24 horas. Com esse bom desempenho, o ativo sinaliza que em breve pode atingir um novo recorde de preço.

Atualmente o ether é negociado por US$ 4.725, uma cotação só 2,8% inferior ao seu topo histórico de US$ 4.859 alcançado 21 dias atrás, segundo o CoinMarketCap.

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Embora o recorde de preço no dólar não tenha sido superado, o ETH conseguiu o feito no real. Conforme mostra o Índice do Portal do Bitcoin, a criptomoeda bateu um topo inédito de R$ 26.965 nas corretoras brasileiras nesta manhã.

No seu quarto dia consecutivo de valorização, o preço do Ethereum na semana já subiu 10%. A Solana (SOL), por outro lado, é capaz de registrar essa mesma porcentagem de ganhos em apenas 24 horas.

A SOL é a criptomoeda entre as 10 maiores do mercado que registra o melhor desempenho nesta quarta-feira (1º) ao atingir US$ 222, sua melhor cotação em pouco mais de uma semana.  

Ao contrário do ether, a distância da Solana do seu recorde de preço é um pouco maior e, para se aproximar novamente de US$ 260, o ativo deve subir mais 14%.

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Os preços da SOL podem estar sendo impulsionados pelo anúncio de que a Grayscale, maior gestora de criptomoedas do mundo, lançará em breve um novo fundo focado em expor o investidor exclusivamente à Solana.

Bitcoin e inflação nos EUA

O Bitcoin (BTC) abriu o dia operando com uma leve queda de 0,3% que estabelece seu preço em torno de US$ 57 mil. Embora seu preço estivesse abaixo deste nível na manhã passada, o bitcoin foi capaz de ensaiar uma recuperação mais substancial ao longo do dia, atingindo um topo de US$ 59 mil no início da tarde de ontem. 

A tendência de alta, no entanto, foi logo interrompida pelo presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. Em uma audiência no Senado americano, Powell veio a público afirmar que “aumentou” o risco de uma inflação mais alta nos EUA. 

Ele revelou que o Banco Central considera reduzir suas políticas de compra de ativos que costumam impulsionar os mercados de risco e passar a aumentar as taxas de juros no primeiro semestre de 2022. 

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“Uma redução mais rápida do Fed e o crescimento das expectativas de aumento das taxas de juros foram más notícias para o bitcoin, que está sendo negociado mais como um ativo de risco do que como uma proteção contra a inflação”, escreveu Edward Moya, analista de mercado da corretora Oanda ao Coindesk.

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