Imagem da matéria: "Bitcoin é como o ouro nos anos 70", diz gestor de fundo de 7 bilhões de dólares
O investidor Paul Tudor Jones. (Foto: Reprodução/YouTube/TED Talks)

O mundo está vivenciando uma inflação sem precedentes na história e o Bitcoin se firma cono reserva de valor, assim como o ouro. É o que pensa o bilionário e investidor Paul Tudor Jones, que administra um fundo com US$ 7 bilhões em ativos sob custódia e tem na criptomoeda a sua grande aposta de mercado no momento.

De acordo com o portal Bloomberg, Jones escreveu um relatório intitulado “The Great Monetary Inflation” (A Grande Inflação Monetária, em tradução livre), no qual recomenda o Bitcoin como reserva de valor diante da atual situação de instabilidade econômica global.

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No texto, Jones calcula que desde fevereiro já foram impressos US$ 3,9 trilhões, o equivalente a 6,6% da produção econômica global. A injeção de dinheiro nas economias pelos Bancos Centrais nacionais tem sido uma das respostas à crise gerada pelo coronavírus.

“A melhor estratégia para maximizar o lucro é possuir o cavalo mais rápido. Se sou forçado a prever, minha aposta é que será o Bitcoin”, disse ele, que foi um dos primeiros grandes investidores a abraçar as criptomoedas.

Comparação com o ouro e digitalização

Jones é mais um a colocar o bitcoin como uma espécie de ouro digital. Segundo ele, o ativo cumpre hoje um papel de hedge — de proteção de investimento — semelhante ao do precioso metal durante a década de 1970.

“O Bitcoin me lembra o ouro quando eu entrei nos negócios, em 1976″, ele escreveu. Naquela época, o mundo ainda vivia os efeitos gerados pelas crises em torno do petróleo anos antes (1973-1974).

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Procurando fugir de extremos tanto a favor quanto contra o bitcoin, Jones descreve o atual contexto de pandemia de coronavírus como um fator de impulso para a criptomoeda. Seu caráter digital a tornaria não só a tornaria mais popular para operações financeiras, mas também mais segura do que meios físicos de pagamento — como cédulas, moedas e cartões de crédito.

“O argumento mais convincente para a posse do bitcoin é a próxima digitalização da moeda em todos os lugares, acelerada pelo Covid-19”.

Após o crash de 12 de março, no qual perdeu mais de 50% de seu valor em um único dia, o bitcoin entrou em um movimento de recuperação de valor que prossegue até o momento — mesmo considerando com a volatilidade comum do ativo.


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