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Foto: Shutterstock

O presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, participa de uma reunião com Brian Armstrong, CEO da corretora de criptomoedas Coinbase, na tarde desta segunda-feira (15).

De acordo com a agenda oficial do BC, a reunião contará ainda com a presença de outros dois executivos da empresa americana: Faryar Shirzad, diretor de políticas da Coinbase, e John Medel, gerente sênior de políticas.

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A reunião marcada para acontecer às 15h30 de amanhã será fechada à imprensa e vai acontecer por videoconferência, o que significa que os executivos da Coinbase não estarão no Brasil para o encontro.

A única informação divulgada nos canais oficiais do BC diz que os líderes da Coinbase irão discutir sobre o “cenário macroeconômico” com Campos Neto na reunião. Pelo trabalho da empresa, essa exposição também deve contemplar o mercado mundial de criptomoedas.

Na última sexta-feira (13), Roberto Campos Neto já havia se reunido com executivos da Binance para discutir “assuntos institucionais”. Na ocasião, o CEO da corretora, Changpeng “CZ” Zhao, e o head da Binance no Brasil, Daniel Mangabeira, participaram do encontro que também foi fechado e realizado por videoconferência.

Coinbase de olho no Brasil

O encontro desta segunda-feira sinaliza que a Coinbase, hoje a maior plataforma de negociação de criptoativos dos EUA, está interessada em expandir suas operações no Brasil e dialogar com os reguladores da região.

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No final de abril, a companhia contratou Fabio Tonetto Plein para ocupar o cargo de diretor da Coinbase no Brasil.

Na última quinta-feira (12), a corretora também promoveu o seu primeiro evento no Brasil chamado “Cracking the Coding Interview”, uma espécie de recrutamento virtual focado em atrair profissionais para as operações no país.

As contratações, eventos e reuniões que a Coinbase vem fazendo no Brasil representam um esforço da companhia para se estabelecer no país em meio por conta própria, uma vez que sua tentativa de adquirir a 2TM, holding do Mercado Bitcoin, não foi para frente.

A expansão no Brasil, aliás, acontece no momento em que as contas da empresa estão no vermelho.  

Quando a Coinbase divulgou o prejuízo líquido de US$ 430 milhões que registrou no primeiro trimestre de 2022, suas ações desabaram no pregão da última terça (10), com queda de 20% no dia.

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Os números negativos fizeram surgir rumores de que a Coinbase poderia quebrar, mas Brian Armstrong logo veio a público derrubar essa suposição.

Pelo Twitter, o CEO da Coinbase afirmou não haver riscos de falências e tranquilizou os clientes dizendo que os fundos mantidos na plataforma, estavam seguros “como sempre estiveram”.

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