Imagem da matéria: Visa diz que quer ajudar a moldar o futuro do dinheiro — com criptomoedas
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“As criptomoedas têm potencial de ampliar pagamentos digitais a um número maior de pessoas e queremos ajudá-las a moldar o futuro do dinheiro”. Foi com esta mensagem que a gigante de pagamentos Visa encerrou um comunicado oficial na quarta-feira (22), onde expôs suas perspectivas sobre pagamentos com criptomoedas.

A empresa diz que está reformulando a forma de como o dinheiro se move no mundo aderindo a novas tecnologias e fazendo parcerias. Desta forma, considera as criptomoedas um caminho interessante para apoiar novas formas de comércio e expansão de serviços.

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Visa stablecoins

Descrevendo resumidamente as características e funcionamento das criptomoedas, inclusive das stablecoins, a Visa diz que tanto os consumidores quanto as empresas têm adotado a tecnologia cuja circulação cresce rapidamente.

Sobre as stablecoins, especificamente, a gigante de pagamentos conceituou como inovação promissora de pagamento digital cuja volatilidade segue em equilíbrio com o dólar, por exemplo:

“É um conceito que está ganhando força além das fintechs e agora inclui instituições financeiras e bancos centrais”. 

Parcerias

A Visa reiterou sua colaboração na criptoeconomia citando os avanços com parcerias com a Coinbase, Fold e FastTrack, “empresas licenciadas e regulamentadas”.

Segundo o artigo, a ponte que a empresa viabilizou oferece o acesso a criptomoedas para 61 milhões de usuários por meio de 25 carteiras. Ou seja, usar o saldo em criptomoeda para pagamento no débito.

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A gigante de pagamentos citou também outros investimentos, como a na plataforma específica de segurança para criptomoedas, Anchorage, e em equipe blockchain. Por meio desses esforços, disse, surgiram inovações promissoras.

Regulamentação

Sobre a regulamentação das criptomoedas, a Visa disse que tem feito sua parte se envolvendo com formuladores de políticas e organizações globais para ajudar a moldar o diálogo e o entendimento das criptomoedas.

Isso, diz a empresa, inclui trabalhos com o Fórum Econômico Mundial e recomendações de políticas para bancos centrais que exploram o conceito de ‘moeda digital do banco central’ (CBDC).

“Sabemos que os líderes de políticas e reguladores continuam a ter perguntas e preocupações sobre moedas digitais em uma série de questões, desde a proteção do consumidor até a integridade dos pagamentos”, comentou.

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