Imagem da matéria: Serviço Secreto dos EUA cria página de educação sobre criptomoedas
Foto: Shutterstock

O Serviço Secreto dos EUA anunciou o lançamento de um núcleo de conscientização sobre criptomoedas, uma plataforma educacional online desenvolvida para auxiliar a agência em suas iniciativas de combater o uso ilícito de ativos virtuais.

Em um anúncio, o Serviço Secreto afirmou que a nova iniciativa busca “fornecer informações para a conscientização pública sobre a segurança de criptoativos” e que a agência pretende “continuar expandindo suas capacidades, colaboração e efetividade em relação a todas as investigações de crimes financeiros”.

Publicidade

A agência reforçou que “investimentos e transações usando criptomoedas e ativos digitais não são inerentemente criminosos” enquanto reconhece que fornecem “novas oportunidades para aqueles que desejam cometer fraude ou encobrem outras atividades ilegais”.

No anúncio, o Serviço Secreto também notou que “criptomoedas continuam se tornando formas mais populares de pagamento” e, por esse motivo, a agência “também deve permanecer à frente tanto da educação ao público como do combate à fraude financeira”.

“Nossa obrigação de combater crimes contra os sistemas financeiros da nação inclui tanto informar o público sobre como ativos digitais funcionam e firmar parceria com eles para identificar, prender e julgar praticantes de crimes envolvendo ativos digitais”, afirmou Jeremy Sheridan, diretor assistente do Gabinete de Investigações do Serviço Secreto dos EUA.

Neste momento, a plataforma educacional recém-lançada é composta de uma dezena de definições relacionadas a cripto: o que são o bitcoin (BTC) e sua tecnologia blockchain e como a principal criptomoeda do mercado se difere de altcoins ou stablecoins.

Publicidade

Também fornece links a notícias e anúncios antigos da agência relacionados a ativos digitais.

Cripto é apenas uma ferramenta

Essa não é a primeira vez que o Serviço Secreto dos EUA aborda o uso de criptomoedas em fins ilícitos.

Em julho de 2020, quando a agência criou sua Força-Tarefa de Fraudes Cibernéticas, Jonah Force Hill, consultor de políticas cibernéticas da agência, opinou que a crescente tendência dos cibercrimes “não é um problema específico das criptomoedas”.

“A forma como o crime foi cometido, seja via cripto ou não, ou qual forma de dinheiro foi roubada, geralmente é irrelevante no processo e, assim, não se qualifica para fins estatísticos”, explicou Hill na época.

Em seguida, a agência incluiu diversos criminosos com supostas ligações a criptomoedas à sua lista de “Fugitivos Mais Procurados” de 2021.

Publicidade

Em janeiro, a empresa de análise em blockchain Chainalysis afirmou que, embora crimes envolvendo criptomoedas tenham atingido uma alta de US$ 14 bilhões em 2021, essa atividade representou apenas 0,15% do total de US$ 15,8 trilhões de todo o volume de transações com criptomoedas registrado ao longo do ano (a menor porcentagem até hoje).

*Traduzido e editado por Daniela Pereira do Nascimento com autorização do Decrypt.co.

VOCÊ PODE GOSTAR
moedas de Bitcoin, Solana e Ethereum emparelhadas - ao fundo gráfico de mercado

Solana será a próxima criptomoeda a ganhar um ETF? Especialistas respondem

Veja também se Dogecoin, Toncoin e outras criptomoedas poderão futuramente estrear no mercado financeiro tradicional como o Bitcoin e o Ethereum
Imagem da matéria: Como um trader cripto ganhou mais de US$ 100 mil com apenas dois tuítes

Como um trader cripto ganhou mais de US$ 100 mil com apenas dois tuítes

“Somente em criptomoeda.” A memecoin Pacmoon recompensou um usuário com um grande airdrop – que foi maior do que o esperado graças ao erro de um amigo
Imagem da matéria: Investidor acende alerta da comunidade ao ser hospitalizado após tentar fazer memecoin viralizar

Investidor acende alerta da comunidade ao ser hospitalizado após tentar fazer memecoin viralizar

O usuário foi atingido por fogos de artifício em uma live de divulgação do seu token
Imagem da matéria: Fundador do Telegram diz que manterá seus tokens do Notcoin até multiplicarem por 100

Fundador do Telegram diz que manterá seus tokens do Notcoin até multiplicarem por 100

Pavel Durov detém 1% do maior token de jogo deste ano, doado pelos jogadores. E ele não está vendendo seus Notcoin – não agora, pelo menos