Imagem da matéria: Quais são os golpes mais comuns com Pix?
Foto: Shuttestock

Considerando a rápida popularidade que o Pix alcançou, não é surpresa que o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central tenha se tornado um alvo de golpes entre os criminosos.

De acordo com o Banco Central, até o fim de abril, existiam mais de 87 milhões de usuários cadastrados. Ao mesmo tempo, o sistema do BC contava com mais de 230 milhões de chaves em seus registros.

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Assim, enquanto o Pix se desenvolveu para alcançar mais pessoas, um outro lado não tão desejado também se proliferou: o de golpes. Mas quais são os mais comuns? É o que veremos a seguir.

Golpes com Pix

De acordo com especialistas em segurança cibernética, alguns dos golpes mais comuns envolvem: roubos de dados ou quantias de dinheiro por meio de cadastros falsos, links maliciosos, falsos atendimentos, entre outros.

Embora as características dos golpes com Pix sejam parecidas, as suas variações são diversificadas e sutis, se tornando um perigo para um usuário desatento.

Sendo assim, alguns exemplos que se encaixam nessas características são:

  • Golpe do cadastro no sistema: o criminoso se passa pelo banco que a pessoa tem relacionamento e informa, normalmente por e-mail, a necessidade de regularização dos seus dados. Para isso, ele solicita que a vítima entre no link de um site falso para preencher os seus dados de chaves do Pix, bem como outras informações pessoais (nome, CPF, número do telefone, agência, conta bancária, etc.).
  • Golpe do falso funcionário: semelhante ao caso anterior, o criminoso finge ser o funcionário de uma instituição financeira por mensagens e informa problemas na conta da vítima. Dessa vez, para “solucionar o problema”, ele indica que seja feita uma transferência ou se não a conta pode sofrer algum tipo de bloqueio.
  • Clonagem de WhatsApp: nesse tipo de golpe existem duas variações. Em um caso, os criminosos enviam links maliciosos, por e-mail ou mensagem, se passando por uma empresa que a pessoa tem relacionamento para realizar a clonagem. Em seguida, em posse do perfil replicado, o criminoso envia mensagens para a lista de contatos pedindo empréstimos de dinheiro via Pix.

Como se prevenir

Considerando esses tipos de golpes, o Banco Central e especialistas no assunto apresentam algumas dicas para se precaver dessas situações. São elas:

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  • Bancos não entram em contato com clientes por telefone ou e-mail para pedir qualquer tipo de dado ou informação. Portanto, não faça cadastros a partir de contatos com esse perfil;
  • Sempre faça suas transações com o Pix dentro do aplicativo ou internet banking do seu banco;
  • Se receber um link de pagamento, confira se a plataforma utilizada pertence a uma instituição de pagamento autorizada e confiável;
  • Verifique os dados de quem vai receber o pagamento ou depósito, para evitar erros de digitação ou fraudes;
  • Fique atento aos códigos e comprovantes de pagamento enviados por desconhecidos.

O Guia do Investidor também listou outros tipos de golpes que podem acontecer envolvendo o Pix, bem como os métodos recomendados de prevenção em cada situação. Para saber mais, acesse aqui.

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