Imagem da matéria: PM de Goiás prende homem que vendia equipamentos de mineração de criptomoedas roubados
Foto: Shutterstock

Um homem de 21 anos foi preso no início da semana na cidade de Jataí, interior de Goiás, após as autoridades descobrirem que ele vendia aparelhos eletrônicos roubados na internet, inclusive equipamentos de mineração de criptomoedas.

O 15º Batalhão da Polícia Militar de Goiás recebeu denúncias no final de semana que um indivíduo estava vendendo produtos de “origem duvidosa” nas redes sociais e em estabelecimentos comerciais da cidade.

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Segundo a nota oficial da PM, na segunda-feira (14) as autoridades do estado lideraram uma operação para localizar o infrator e apreender os equipamentos roubados.  

O Jornal Somos descreve que o jovem foi encontrado pela polícia durante um  patrulhamento na área central da cidade. Ao ser abordado, o rapaz confessou o delito e levou os agentes policias até o local onde armazenava os equipamentos roubados.

“Em poder do infrator da lei foram apreendidos equipamentos eletrônicos furtados, equipamentos estes que são utilizados na mineração de criptomoedas e avaliados em aproximadamente R$ 60 mil”, diz a nota.

Equipamentos de mineração de criptomoedas
Equipamentos apreendidos durante a operação (Foto: PM de Goiás)

Na imagem dos itens apreendidos divulgada pela PM, é possível identificar que os equipamentos de mineração são placas de vídeo, utilizadas para minerar criptomoedas como o Ethereum (ETH).

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As GPUs geralmente não são usadas para minerar Bitcoin (BTC), a criptomoeda mais importante do mundo, que exige mais poder computacional do que esses equipamentos podem oferecer. As ASICs, máquinas mais caras cuja única função é minerar bitcoin, são as mais utilizadas. 

A polícia descobriu durante a abordagem que o jovem já possuía antecedentes criminais por tráfico de drogas e receptação. Após a operação, o infrator foi levado à delegacia de polícia de Jataí para providências cabíveis.

Crimes em Goiás

Em janeiro deste ano, a polícia militar de Goiás prendeu o piramideiro por trás do maior golpe de criptomoedas de 2020 do mundo e que se escondia no estado.

O sul-africano Johann Steynberg era procurado pela Interpol e escolheu o Brasil para se esconder após deixar milhares de pessoas na África do Sul no prejuízo, enganadas pelas falsas promessas da Mirror Trading International (MTI), empresa de Steynberg.

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