Imagem da matéria: Hackers vazam dados do Exército em crítica a ações de Bolsonaro em relação ao coronavírus
(Foto: Shutterstock)

Um grupo de hackers que se identifica como DigitalSpace divulgou por meio do Twitter que obteve supostos dados sensíveis de 200 mil integrantes do Exército Brasileiro.

A ação, segundo o Digital Space, seria uma represália à postura da instituição e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) diante do coronavírus.

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“Queremos de vocês responsabilidade, seriedade em meio esse caos que vocês estão ajudando a promover e não 3 milhões para incentivo de uma mega aglomeração. Temos mais de 200k dados de soldados”, escreveu o grupo no Twitter.

Ainda de acordo com os hackers, os dados divulgados correspondem a apenas 3% da base completa obtida com a ação.

Apesar do apelo social do vazamento, o grupo afirma que tais dados obtidos estão à venda, mas sem informação de detalhes ou valores.

Segundo especialista consultado pela reportagem, que falou na condição de anonimato, o grupo acessou e obteve de fato dados sensíveis de integrantes do Exército, como números de documentos pessoais e de contas bancárias.

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Em posse de tais informações, segundo o especialista, é possível realizar atos como bloqueio de contas bancárias.

Licitação polêmica

De acordo com reportagem de 6 de maio da revista Veja, essa verba de R$ 3 milhões, liberada por meio de licitação, seria usada para custear eventos comemorativos do Exército ao longo do ano, como o Dia do Soldado (25 de agosto). Para essa data, inclusive, estaria prevista a presença de Bolsonaro, que é capitão reformado do Exército.

No dia seguinte, também de acordo com a Veja, o Exército anunciou a revogação da licitação.

O Exército foi procurado pela reportagem para comentar o caso e não se manifestou até o fechamento deste texto.

Pandemia no Brasil

A postagem do Digital Space é acompanhada de algumas das declarações polêmicas de Bolsonaro sobre a pandemia. De acordo com o presidente, medidas como o isolamento social horizontal (mais amplo) são ruins para a economia e constantemente prega a retomada das atividades econômicas. Ele também já se referiu ao novo coronavírus como uma “gripezinha”.

O Brasil contabiliza atualmente 12,4 mil vítimas fatais e 177 mil casos confirmados, de acordo com balanço desta terça-feira (12) do Ministério da Saúde. Esses números já fazem do país o oitavo no mundo mais afetado pela pandemia.


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