Imagem da matéria: Goldman Sachs estaria montando equipe para negociar derivativos de bitcoin
(Foto: Pixabay)

O Goldman Sachs, um dos maiores bancos do mundo, tem organizado a integração de alguns de seus clientes para negociar supostos produtos derivados de Bitcoin, reportou o The Block na última terça-feira (30).

A notícia, ainda que oriunda de fontes anônimas, segundo o site, traz estranheza.

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Isto porque a instituição que tem sede em Nova York, nos Estados Unidos, abandonou a ideia de abrir uma mesa de operações para o bitcoin e atualmente, segundo rumores, estaria focada em um serviço de custódia próprio.

No entanto, notadamente, o gigante banco de Wall Street é uma das empresas financeiras mais aguardadas para entrar no mercado criptoeconômico. Especulações acontecem há tempos.

A reportagem diz que, conforme uma fonte anônima de dentro do Goldman Sachs, os clientes do banco não têm procurado por novos produtos, mas isso não significa que eles não estejam interessados ​​no mercado de criptomoedas.

Cita, ainda, que os clientes mais interessados geralmente entram em contato com os traders mais conceituados da empresa procurando saber como a instituição pensa em entrar no novo mercado e como eles podem contribuir.

O que não pode ser descartado é que também é possível que o banco tem trabalhado às escondidas tentando nutrir o projeto completamente antes do lançamento de algum derivativo de bitcoin, opinou o Bitcoinist.

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Os derivativos de bitcoin estão disponíveis em várias plataformas de negociação reguladas nos EUA, como a Bolsa de Chicago (CME) e a Cboe Global Markets, a maior bolsa de futuros do mundo.

Ambas empresas oferecem contratos futuros de bitcoin liquidados em dinheiro, e cada uma delas deu suas razões para os investidores aderirem ao negócio.

O CBOE expressou seu desejo de permanecer líder no mercado de derivativos de criptomoedas, enquanto a CME lançou uma taxa de referência de preço de ethereum.

No entanto, publicamente, a empresa não tem mostrado muito entusiasmo em relação ao mercado criptoeconômico, relatou a CCN.

Relatório do banco previu queda do bitcoin

Em julho deste ano, o Goldman Sachs publicou um relatório de previsão econômica que também incluiu o Bitcoin. No texto, a instituição dizia aguardar por um declínio maior da criptomoeda para que pudessem definitivamente apostar no novo mercado.

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No documento, que mostrou um gráfico da queda do Bitcoin desde o início do ano, a equipe de estrategistas previu que o preço da criptomoeda provavelmente continuaria em trajetória decrescente neste ano.

“Nossa visão de que as criptomoedas não conseguiriam manter seus preços nesse momento atual do mercado, permanece intacta, e, de fato, foi confirmada muito antes do que esperávamos”, dizia um trecho do relatório assinado pela diretora de investimentos Sharmin Mossavar-Rahmani e sua equipe.


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