Imagem da matéria: Empresa de Crowdfunding Brasileira Deve Aceitar Bitcoin
(Foto: Pixabay)

O site Vakinha, maior plataforma de financiamento coletivo do Brasil, anunciou que vai a aceitar Bitcoin como forma de doação na segunda-feira (09). A novidade busca atender às novas demandas do mercado, além de aumentar as alternativas de formas de doação.

Apesar do anúncio da empresa, neste momento ainda não há nenhuma campanha no ar na qual se possa usar a criptomoeda. “Por um problema interno, o sistema teve que sair do ar. Em um primeiro momento, o sistema será habilitado apenas para quem solicitar”, disse Luiz Felipe Gheller, o CEO do Vakinha. 

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Além disso, em um primeiro momento, o sistema funcionará como teste. Se os diretores considerarem os resultados positivos, pode haver a liberação para todas as campanhas em duas ou três semanas.

Segundo a assessoria de imprensa da empresa, a nova opção de pagamento será possível graças à parceria com a ZPay, desenvolvedora de um gateway que converte as transações em reais na conta da companhia. As regras seguem iguais para as duas moedas. Pode-se doar qualquer valor entre R$ 20 e R$ 20 mil. A empresa retém 6,4% das arrecadações.

Para Ricardo Dortas, diretor executivo da ZPay, a parceria abre caminho para aumentar a popularização do Bitcoin no país. Além disso, torna possível o recebimento de doações para quem mora fora do Brasil.

Estratégias da empresa

As plataformas de financiamento coletivo permitem que usuários online financiem todo tipo de causa. Uma das estratégias que o Vakinha usa para evitar doações fraudulentas é a publicação no site de todos os valores arrecadados.

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Assim, o doador pode conferir seu dinheiro sendo destinado especificamente ao projeto que ele apoia. O sistema também só libera as doações após quinze dias, enquanto um programa de inteligência artificial avalia a procedência da contribuição.

O Vakinha é a primeira fintech de financiamento coletivo do Brasil. Criado por empreendedores gaúchos em 2009, o site arrecadou R$ 8 milhões até 2015, saltando para R$ 37 milhões já em 2017.

Leia também: Bitcoin Pode Perder US$ 44 Bilhões Até o Final do Ano, Diz Pesquisa

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