Imagem da matéria: Empresa Brasileira diz ter Sido Hackeada e Perde Mais de 2500 ETH
Taylor teve quase todos os tokens roubados (Foto: Shutterstock)

A Taylor, empresa fundada por brasileiros que fez uma ICO na Estônia, afirmou em sua conta no Medium que foi hackeada. Como resultado, perdeu todos os fundos. No total, foram roubados 2579 Ethers, além dos tokens emitidos pela própria Taylor (TAY), usados para financiar o projeto de um aplicativo de trading de criptomoedas.

Conforme o texto publicado na segunda-feira (21), só não foram roubados os tokens dos conselheiros e dos fundadores porque havia um contrato inteligente que os tornavam inacessíveis no momento. “Nós provavelmente não vamos recuperar nossos fundos”, diz a empresa.

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Um dos fundadores da Taylor, Fabio Seixas, disse ao Portal do Bitcoin pelo Telegram que estão tentando rastrear os fundos roubados. “Estamos buscando ajuda e estamos em contato com uma empresa nesse sentido, mas nenhum contrato foi fechado.

Seixas afirmou também que está trabalhando para que a empresa mantenha as operações. “Em breve, vamos tornar público um plano de ação tanto em relação à operação da empresa quanto ao que irá acontecer com o token. Por hora não posso esclarecer mais detalhes quanto ao token sob pena do hacker se movimentar antes das nossas ações”.

O problema

A Taylor ainda não sabe qual foi a brecha de segurança explorada pelo hacker. “Mesmo que nós tenhamos tomado todas as medidas de precaução, nós não conseguimos parar o que parece ter sido um ataque coordenado e altamente avançado. Por agora, temos mais perguntas do que respostas”.

A empresa chegou a barrar uma tentativa de dump do seus tokens pela plataforma IDEX, que tirou os tokens TAYs da lista de negociação. A EtherDelta também foi contactada, mas não respondeu.

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A empresa acredita que foi hackeada pela mesma pessoa (grupo), que roubou 17 mil ETH da Cypherium Chain. Como explica o post no Medium, o hacker coletou a quantia a partir de múltiplas fontes em uma mesma carteira. Depois transferiu tudo para uma maior.

Para o especialista em segurança Leandro Trindade, é estranho que a empresa não tenha adotado medidas físicas de segurança. “Esse negócio de deixar todos os ovos na mesma cesta, não ter uma hot/cold wallet e ainda deixar os fundos acessíveis via internet é terrível”.

 

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