Imagem da matéria: Turquia confisca ativos de criador da corretora FTX
(Foto: Reprodução/YouTube)

Em meio a uma investigação sobre o colapso da corretora de criptomoedas FTX, as autoridades turcas apreenderam ativos do criador da empresa, Sam Bankman-Fried, anunciou o Ministério do Tesouro e Finanças da Turquia na quarta-feira (25).

Um inquérito sobre alegações de fraude contra o ex-CEO da FTX também foi aberto, de acordo com o comunicado.

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A medida vem após o início de uma investigação turca sobre o derretimento da exchange, que administrava uma subsidiária local chamada FTX Turkey.

Juntamente com a nova administração da FTX, a agência também está investigando indivíduos e empresas associadas à companhia, incluindo instituições financeiras e provedores de serviços de criptoativos.

Ambas as investigações, lançadas sob as leis anti lavagem de dinheiro da Turquia, são conduzidas pelo Conselho de Investigação de Crimes Financeiros (MASAK), um departamento do Ministério do Tesouro e Finanças.

O governo turco adicionou as exchanges de criptomoedas à lista de entidades sujeitas aos regulamentos contra a lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo do país em maio de 2021.

A implosão da FTX

A FTX, que já foi a terceira maior exchange global de criptomoedas em volume de negócios, entrou com pedido de proteção judicial contra falência em 11 de novembro, após enfrentar problemas de liquidez, e agora está sob uma nova administração.

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A empresa estava supostamente usando o dinheiro dos clientes para fazer apostas arriscadas por meio da Alameda Research, uma formadora de mercado criada por Bankman-Fried.

Bankman-Fried renunciou ao cargo de CEO no mesmo dia e está atualmente nas Bahamas, onde seus pais e os executivos seniores da falida empresa supostamente compraram propriedades no valor de $ 121 milhões usando fundos de clientes.

No início desta semana, o juiz que supervisiona o caso da FTX concordou em mover formalmente um processo de falência do Capítulo 15, aberto por liquidatários das Bahamas, de Nova York para Delaware, mantendo os nomes e endereços dos 50 principais credores – devidos aproximadamente US$ 3,1 bilhões – escondidos.

De acordo com James Bromley, conselheiro da nova administração da FTX, havia uma “falta de controles corporativos” na bolsa, com Bankman-Fried usando a FTX como seu “feudo pessoal”.

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