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Empresário Guilherme Benchimol (Foto: Instagram)

O criador e CEO da XP, Guilherme Benchimol, afirmou que todo investidor deveria ter alguma exposição a criptomoedas durante uma sessão de perguntas e respostas em uma live do jornal Valor Econômico que ocorreu nesta quarta-feira (13).

Questionado sobre qual era sua visão das criptomoedas, o empresário repetiu a pergunta e deu um leve sorriso. Diferentemente de outros momentos da conversa, ele ficou alguns instantes em silêncio e deu uma resposta menos assertiva.

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“Eu tenho uma parte minha otimista e a outra é pessimista. Acho que todo mundo deveria ter algum tipo de exposição a esse ativo, mas eu diria que a chance de dar certo é de 50%. Eu diria que é uma reserva de valor similar ao ouro, mas é digital”, disse.

O executivo afirmou que a razão do otimismo é sobre a possibilidade do ativo, ao qual ele se refere como commodity, se transformar em um meio de pagamento:

“Se isso acontecer a longo prazo, acho que de fato a gente conseguiria ter uma transformação no meio financeiro mundial. Obviamente isso está muito longe de acontecer, mas eu acho que esse caminho me deixa otimista apesar de eu ter muitas dúvidas”.

Benchimol não se estendeu muito sobre o tema. Ele lembrou que por se tratar de um ativo volátil, a exposição deve ser pequena. Por não se considerar um especialista no tema, afirmou que era a sua opinião como investidor individual.

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Conforme a assessoria de imprensa da empresa, não é possível revelar se o executivo tem ou não criptomoedas na carteira.

XP Investimentos, Benchimol e XDEX

Essa não é primeira vez que Benchimol fala sobre o tema. Em setembro de 2018, durante a Expert daquele ano, ele anunciou a criação da corretora de criptomoeda XDEX.

Curiosamente, na época ele também sentiu certo desconforto ao falar do tema. “É um tema que, confesso eu, era melhor que não existisse”, disse na ocasião disse para o público.

Em seguida, ao comparar os números do mercado, afirmou que não havia alternativa: “Hoje existem três milhões de brasileiros que possuem exposição a Bitcoin no Brasil e 500 mil pessoas que investem em ações. Então, olhem a discrepância. A gente se sentiu na obrigação de avançar neste mercado”.

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O projeto, contudo, foi um fracasso e a operação fechou as portas 17 meses. No blog, a corretora listou os motivos:

“A projeção do mercado, competição e os poucos avanços regulatórios diminuíram as oportunidades encontradas no início do projeto e foram a base dessa difícil decisão tomada pela empresa”.

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