Imagem da matéria: EUA apreendem R$ 2,6 milhões em criptomoedas roubadas por hackers norte-coreanos
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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos conseguiu confiscar o equivalente a R$ 2,6 milhões em criptomoedas extorquidas por hackers patrocinados pelo governo da Coreia do Norte. O grupo era especializado em orquestrar ataques ransomware contra hospitais dos EUA.

Os números foram divulgados nesta terça-feira (19) pela vice-procuradora-geral dos EUA, Lisa Monaco, enquanto discursava sobre os desafios da segurança cibernética na Universidade Fordham, em Nova York. 

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Na sua fala, ela revelou que o FBI identificou um novo tipo de ransomware aplicado por hackers norte-coreanos, chamado de ‘Maui’.

Esse tipo de ransomware — ofensiva na qual hackers invadem um sistema e só liberam após a vítima fazer um pagamento em criptomoedas, geralmente Bitcoin (BTC) ou Monero (XMR) — tinha como alvo instalações médicas dos EUA e outras organizações do setor de saúde pública.

O FBI conseguiu identificar o ataque com a ajuda de um centro médico do Kansas, que teve seus servidores criptografados por hackers no ano passado. Naquela época, a liderança do hospital cedeu a extorsão dos invasores e pagou o resgate cobrado, mas sem deixar de comunicar às autoridades.

Em seguida, FBI e Departamento de Justiça trabalharam juntos para rastrear as criptomoedas na blockchain e, com sucesso, descobriram que os hackers usavam intermediadores na China para fazer a lavagem de dinheiro e converter os ativos digitais em moedas fiduciárias.  

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Recuperando o dinheiro perdido

“Apreendemos aproximadamente meio milhão de dólares em pagamentos de resgate e criptomoedas usadas para lavar esses pagamentos. Essa recuperação inclui todo o resgate pago pelo centro médico do Kansas, além do que acreditamos serem resgates pagos por outras vítimas, incluindo outro provedor médico do Colorado”, revelou Monaco no seu discurso.

Após o sucesso do caso acima, a procuradora afirmou que o Departamento de Justiça vai aplicar abordagens bem-sucedidas do passado para combater as ameaças cibernéticas que prevê enfrentar no futuro.

Na visão dela, os cibercriminosos estão se tornando cada vez mais “agressivos, sofisticados, beligerantes e descarados”, ao mesmo tempo que se tornou mais difícil diferenciar quais ataques são patrocinados por governos e quais são orquestrados por grupos criminosos.

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