Imagem da matéria: Este app vai te pagar bitcoin enquanto você caminha
(Foto: Shutterstock)

A Startup StandApp anunciou que em breve lançará o sMiles, um aplicativo baseado na Lightning Network do Bitcoin que permitirá que os usuários obtenham criptomoedas por realizar atividades diárias simples, como caminhar, correr, andar de bicicleta, jogar ou assistir a vídeos.

Igor Berezovsky, líder e co-fundador do projeto, bem como CEO da Shape – a empresa por trás do aplicativos de mensagens instantâneas IM+ – disse ao Decrypt que o sMiles visa promover a adoção em massa do Bitcoin, ou “hiperbitcoinização”, simultaneamente pessoas “mais saudáveis, mais ricas e mais felizes”.

Publicidade
O sMiles pagará criptomoeda para quem apenas caminhar ou correr. Imagem: sMiles

“SMiles significa sats & miles. O aplicativo é para todos – não apenas para pessoas que já sabem o que é Bitcoin. Além do aplicativo do usuário final, também temos um poderoso back-end do Lightning que queremos oferecer aos parceiros de aplicativos que estão interessados ​​em micro-incentivos para seus usuários”, disse Berezovsky.

Atualmente, os satoshis – ou “sats” – são a menor unidade de Bitcoin, cada um representando um 0.00000001 BTC.

Para medir as distâncias que as pessoas viajam, o sMiles usará o serviço de localização GPS dos smartphones. Segundo Berezovsky, os usuários receberão satoshis mesmo para dirigir, embora não tanto quanto para caminhar, já que o aplicativo quer promover um estilo de vida saudável. Os usuários também receberão recompensas iniciais por conceder ao aplicativo várias permissões, como acesso a localização geográfica e notificações.

Toda criptomoeda acumulada pode ser transferida livremente para qualquer carteira externa do Lightning. Além disso, nenhum registro é necessário, a menos que você queira retirar mais de 10.000 satoshis (R$ 4,60).

“Não há obrigação de registrar um nome de usuário real no sMiles. Estamos absolutamente comprometidos com a privacidade e a segurança do uso”, acrescentou Berezovsky.

Publicidade

Ele também observou que, enquanto o sMiles atualmente é financiado “por familiares e amigos, sem financiamento institucional”, a startup já planeja trabalhar com seguradoras de saúde, anunciantes e outros parceiros no futuro e está atualmente “conversando com vários fornecedores de jogos que estão interessado no back-end do sMiles “.

Após o lançamento do sMiles, a startup também planeja integrar funcionalidades semelhantes no aplicativo IM + multiplataforma.

“É claro que há um plano em que o IM + usará o back-end do sMiles. Minha visão é que as pessoas ganhem Bitcoin não apenas por caminhas. No caso do IM +, as pessoas deveriam ganhar Bitcoin por usar redes sociais, aplicativos de mensagem e navegar”, acrescentou Berezovsky.

Atualmente, os desenvolvedores aceitam aplicações para testes públicos fechados do sMiles. O aplicativo estará disponível para os sistemas operacionais iOS e Android, bem como para o Apple Watch. O lançamento completo está programado para ocorrer próximo ao halving do bitcoin, que ocorrerá em meados de maio.

*Traduzido e republicado com autorização da Decrypt.co
VOCÊ PODE GOSTAR
moeda de Bitcoin ao lado de letreiro com ETF

Estado dos EUA investe R$ 510 milhões em ETF de Bitcoin da BlackRock

O investimento foi confirmado hoje pelo Conselho de Investimentos do Estado de Wisconsin (SWIB)
Anic de Almeida Peixoto Herdy é casada com herdeiro da Unigranrio

Herdeira é sequestrada em Petrópolis e criminosos exigem resgate em Bitcoin

Técnico de informática amigo do casal conversou com sequestradores por entender de criptomoedas e foi preso por suspeita de envolvimento
Ilustração de baleia nadando com moeda de bitcoin em seu interior

Baleia movimenta R$ 321 milhões em Bitcoin pela 1ª vez em uma década

Quando o investidor desconhecido adquiriu os bitcoins em 2013, a cotação do ativo não passava de US$ 120
Moeda do Bitcoin envolta por raios (Lightning Network)

Lightning Labs está trazendo stablecoins para a blockchain do Bitcoin

“Ideia é ter dólares criptografados e stablecoins na blockchain do Bitcoin”, explicou Elizabeth Stark, CEO da Lightning Labs