Imagem da matéria: China Classifica Bitcoin como 13º Melhor Blockchain; Ethereum é o Primeiro
(Foto: Shutterstock)

A China foi o primeiro governo do mundo a fornecer índices de criptomoedas. Ontem (17), o Centro de Desenvolvimento da Indústria da Informação da China (CCID), uma unidade de pesquisa do ministério industrial do país, lançou oficialmente seu índice de avaliações mensais de 28 criptoativos e seus respectivos blockchains.

O CCID disse que o índice é baseado em três critérios, tecnologia, aplicação e inovação, mas não publicou sua metodologia.

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Ethereum é a criptomoeda mais bem classificada na primeira edição de suas classificações, enquanto o bitcoin só chegou em 13º lugar.

O Top 5 é composto por Ethereum, Steem, Lisk, NEO e Komodo, todos os quais utilizam contratos inteligentes para processar de forma eficiente e segura as informações de maneira descentralizada. O Top 15 pode ser conferido abaixo.

Fonte: twitter.com/cnledger

Segundo a Quartz, Eric Zhao, engenheiro da Academia de Ciências da China, com sede em Xangai, que opera a conta Twitter do CNLedger, disse que não levará muito a sério as classificações oficiais porque “a maioria dos especialistas não acompanha o mercado de criptomoedas tempo o suficiente para compreender alguns dos traços da tecnologia e da comunidade”.

Ele acrescentou: “Acredito que, pelo menos, é um sinal de que as autoridades estão começando a tratar projetos cripto mais como um esforço neutro em direção a melhores tecnologias e inovações, em vez de apenas desafiar o poder e a autoridade dos bancos e do governo”.

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Expectativas

O CCID anunciou a iniciativa na semana passada, citando a falta de uma análise independente de criptomoedas e blockchain como um guia para governos, empresas e institutos de pesquisa em todo o mundo.

Até o momento a unica coisa parecida era fornecida pela Weiss Ratings nos EUA, porém, são avaliações mais focadas para investimentos.

De acordo com a CCN, a maioria da comunidade de criptomoeda esperava que o governo chinês classificasse redes e protocolos de blockchain privados que pudessem auxiliar o governo na vigilância ou no monitoramento de transações.

Apesar disso, os analistas afirmaram que o governo chinês ignorou o longo histórico, o hashrate, o poder de computação e a dificuldade acumulada das principais redes blockchain, como o bitcoin, e priorizou as redes blockchain de próxima geração, como as focadas em contratos inteligentes.

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