Imagem da matéria: 35 ferramentas e sugestões de leituras para aprender tudo de Bitcoin e Ethereum
Foto: Shutterstock

Desde que comecei a pesquisar sobre cripto em 2016, encontrei alguns tipos distintos de material. Desde leituras fundamentais que absolutamente mudaram meu entendimento sobre o tema até influenciadores amantes de ponzi defendendo sua mais nova publicação patrocinada.

Nesta edição da Caverna Cripto, selecionei apenas algumas leituras por tema para ser uma lista factível, não aquele gerador de abas infinitas que ficam espreitando no seu Chrome por toda a eternidade.

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Comecei das leituras mais tranquilas até temas mais avançados, fazendo recortes especialmente de BTC e ETH (as bases para todo o resto).

BÔNUS: no final, tem uma seção só de FERRAMENTAS ON-CHAIN e uma votação para os próximos temas!

Enjoy!

A era pré-Bitcoin

Já falamos algumas vezes das inúmeras facetas do Bitcoin e outros criptoativos. Com algumas exceções, quase todos possuem narrativas fortes em sistemas monetários alternativos e registros incensuráveis de valor.

Por isso, nada melhor do que começar por leituras que contam um pouco sobre as estruturas tradicionais.

  1. O que é dinheiro? – Lyn Alden
  2. Uma simples explicação de como dinheiro se move no sistema bancário – Gendal Brown
  3. Como as ações são transferidas no mercado de capitais – Gendal Brown

Bitcoin

  1. Token Terminal:
    1. Dashboard com análise de 31 redes e suas taxas coletadas, podendo ser usado como bom indicador de atividade on-chain.
    2. Gostou de um projeto específico e quer analisar concorrentes? Nesse dashboard, você já filtra por segmento e ainda consegue adicionar indicadores on-chain.
  2. Dune Analytics
    1. Dados sobre staking no Ethereum, com quebra por protocolos de staking líquido.
    2. Inscrições & Ordinais no Bitcoin. Se ainda não sabe o que é, Caverna Cripto te cobre.
    3. NFTs, com coleções mais valorizadas e market share das plataformas.
    4. Métricas de exchanges descentralizadas (DEXs)
    5. Na guerras das stablecoins, nada melhor que um dash para analisar market share.
    6. Buscando os ativos queridinhos dos VCs?
    7. Uma das melhores visualizações de fluxo econômico do ETH para os token holders.
  3. DeepDAO, com uma visão detalhada das principais organizações descentralizadas (DAOs) – inclusive, com o tamanho total de sua tesouraria.
  4. Um dos principais objetivos de cripto como infraestrutura é possibilitar a criação de aplicações imparáveis e incensuráveis. Logo, bora acompanhar as principais no DappRadar, né?
  5. Como você já leu o artigo da Caverna Cripto sobre as limitações de processamento em redes descentralizadas, vou pular o porque escalabilidade é um dos principais temas do nosso mundo. Mas, aproveito pra deixar aqui o L2BEAT, uma das melhores formas de monitorar atividade nas camadas dois e bridges.
  6. Principais projetos DeFi e suas redes? Direto no DefiLlama, que de quebra ainda tem um dos melhores logos em cripto.
  7. Glassnode e suas inúmeras visualizações de dados on-chain
  8. Tento sempre evitar declarações absolutas e máximas, mas… se você está minimamente envolvido no mercado cripto e ainda não usa twitter, shame on you. Dá uma olhada nas pessoas que sigo pra já ajudar a construir seu feed 🙂

Outros agregadores de conteúdo

  1. Recursos (praticamente infinitos) sobre Bitcoin – Jameson Lopp
  2. O “cânone cripto”– A16z
  3. Blockchain Stuff
  4. Research – Hasu

Sobre o autor

Lucas Pinsdorf é responsável por novos negócios no Mercado Bitcoin desde 2017, teve participação no lançamento dos primeiros ativos alternativos digitais brasileiros. No passado, participou de operação de gestão de ativos alternativos e trabalhou no Pinheiro Neto Advogados. Se formou em Direito pela USP.

  1. Token Terminal:
    1. Dashboard com análise de 31 redes e suas taxas coletadas, podendo ser usado como bom indicador de atividade on-chain.
    2. Gostou de um projeto específico e quer analisar concorrentes? Nesse dashboard, você já filtra por segmento e ainda consegue adicionar indicadores on-chain.
  2. Dune Analytics
    1. Dados sobre staking no Ethereum, com quebra por protocolos de staking líquido.
    2. Inscrições & Ordinais no Bitcoin. Se ainda não sabe o que é, Caverna Cripto te cobre.
    3. NFTs, com coleções mais valorizadas e market share das plataformas.
    4. Métricas de exchanges descentralizadas (DEXs)
    5. Na guerras das stablecoins, nada melhor que um dash para analisar market share.
    6. Buscando os ativos queridinhos dos VCs?
    7. Uma das melhores visualizações de fluxo econômico do ETH para os token holders.
  3. DeepDAO, com uma visão detalhada das principais organizações descentralizadas (DAOs) – inclusive, com o tamanho total de sua tesouraria.
  4. Um dos principais objetivos de cripto como infraestrutura é possibilitar a criação de aplicações imparáveis e incensuráveis. Logo, bora acompanhar as principais no DappRadar, né?
  5. Como você já leu o artigo da Caverna Cripto sobre as limitações de processamento em redes descentralizadas, vou pular o porque escalabilidade é um dos principais temas do nosso mundo. Mas, aproveito pra deixar aqui o L2BEAT, uma das melhores formas de monitorar atividade nas camadas dois e bridges.
  6. Principais projetos DeFi e suas redes? Direto no DefiLlama, que de quebra ainda tem um dos melhores logos em cripto.
  7. Glassnode e suas inúmeras visualizações de dados on-chain
  8. Tento sempre evitar declarações absolutas e máximas, mas… se você está minimamente envolvido no mercado cripto e ainda não usa twitter, shame on you. Dá uma olhada nas pessoas que sigo pra já ajudar a construir seu feed 🙂

Outros agregadores de conteúdo

  1. Recursos (praticamente infinitos) sobre Bitcoin – Jameson Lopp
  2. O “cânone cripto”– A16z
  3. Blockchain Stuff
  4. Research – Hasu

Sobre o autor

Lucas Pinsdorf é responsável por novos negócios no Mercado Bitcoin desde 2017, teve participação no lançamento dos primeiros ativos alternativos digitais brasileiros. No passado, participou de operação de gestão de ativos alternativos e trabalhou no Pinheiro Neto Advogados. Se formou em Direito pela USP.

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  • Apesar de relevante, a mudança para Proof-Of-Stake é apenas um passo na longa jornada de escalabilidade e roadmap geral do Ethereum
    1. O próprio site do Ethereum é uma fonte incrível de recursos
    2. O trilema da escalabilidade – Vitalik
    3. Visão história das narrativas de escalabilidade – Delphi Labs
    4. O guia incompleto dos Rollups – Vitalik
    5. O guia completo dos Rollups – Jon Charbonneau

    Ferramentas

    As métricas on-chain eram um sonho distante no passado, mas uma realidade no presente. Com as redes distribuídas e abertas, a quantidade de dados publicamente disponíveis, esperando para serem dissecados pelos ávidos leitores da Caverna Cripto, são praticamente infinitos.

    1. Token Terminal:
      1. Dashboard com análise de 31 redes e suas taxas coletadas, podendo ser usado como bom indicador de atividade on-chain.
      2. Gostou de um projeto específico e quer analisar concorrentes? Nesse dashboard, você já filtra por segmento e ainda consegue adicionar indicadores on-chain.
    2. Dune Analytics
      1. Dados sobre staking no Ethereum, com quebra por protocolos de staking líquido.
      2. Inscrições & Ordinais no Bitcoin. Se ainda não sabe o que é, Caverna Cripto te cobre.
      3. NFTs, com coleções mais valorizadas e market share das plataformas.
      4. Métricas de exchanges descentralizadas (DEXs)
      5. Na guerras das stablecoins, nada melhor que um dash para analisar market share.
      6. Buscando os ativos queridinhos dos VCs?
      7. Uma das melhores visualizações de fluxo econômico do ETH para os token holders.
    3. DeepDAO, com uma visão detalhada das principais organizações descentralizadas (DAOs) – inclusive, com o tamanho total de sua tesouraria.
    4. Um dos principais objetivos de cripto como infraestrutura é possibilitar a criação de aplicações imparáveis e incensuráveis. Logo, bora acompanhar as principais no DappRadar, né?
    5. Como você já leu o artigo da Caverna Cripto sobre as limitações de processamento em redes descentralizadas, vou pular o porque escalabilidade é um dos principais temas do nosso mundo. Mas, aproveito pra deixar aqui o L2BEAT, uma das melhores formas de monitorar atividade nas camadas dois e bridges.
    6. Principais projetos DeFi e suas redes? Direto no DefiLlama, que de quebra ainda tem um dos melhores logos em cripto.
    7. Glassnode e suas inúmeras visualizações de dados on-chain
    8. Tento sempre evitar declarações absolutas e máximas, mas… se você está minimamente envolvido no mercado cripto e ainda não usa twitter, shame on you. Dá uma olhada nas pessoas que sigo pra já ajudar a construir seu feed 🙂

    Outros agregadores de conteúdo

    1. Recursos (praticamente infinitos) sobre Bitcoin – Jameson Lopp
    2. O “cânone cripto”– A16z
    3. Blockchain Stuff
    4. Research – Hasu

    Sobre o autor

    Lucas Pinsdorf é responsável por novos negócios no Mercado Bitcoin desde 2017, teve participação no lançamento dos primeiros ativos alternativos digitais brasileiros. No passado, participou de operação de gestão de ativos alternativos e trabalhou no Pinheiro Neto Advogados. Se formou em Direito pela USP.

    1. Smart Contracts: Building Blocks for Digital Markets – Nick Szabo

      Se você não sabia, prepare-se pra ficar chocado: os tais dos “contratos inteligentes”, que sempre aparecem quando o assunto é Ethereum, surgiram em 1994.
    2. Se estiver se sentindo aventureiro, também temos um clássico de porque os smart contracts não são nem contratos nem inteligentes.
    3. Para a surpresa de ninguém, também vamos começar pelo whitepaper do Ethereum escrito pelo Vitalik Buterin.
    4. Depois de entender as bases do ETH e seu modelo antigo de Proof-Of-Work, chegou a hora de dar um gás para entender uma das principais mudanças na história do Ethereum.
    5. Por que usar Proof-Of-Stake? – Vitalik
    6. Perguntas frequentes sobre o Proof-Of-Stake – Vitalik
    7. Como funciona o Proof-Of-Stake do Ethereum? – Série de artigos por Patrick McCorry
    8. Agora, vamos consolidar a visão geral de Ethereum com o The Hitchhiker’s Guide to Ethereum – Jon Charbonneau
    9. Apesar de relevante, a mudança para Proof-Of-Stake é apenas um passo na longa jornada de escalabilidade e roadmap geral do Ethereum
      1. O próprio site do Ethereum é uma fonte incrível de recursos
      2. O trilema da escalabilidade – Vitalik
      3. Visão história das narrativas de escalabilidade – Delphi Labs
      4. O guia incompleto dos Rollups – Vitalik
      5. O guia completo dos Rollups – Jon Charbonneau

      Ferramentas

      As métricas on-chain eram um sonho distante no passado, mas uma realidade no presente. Com as redes distribuídas e abertas, a quantidade de dados publicamente disponíveis, esperando para serem dissecados pelos ávidos leitores da Caverna Cripto, são praticamente infinitos.

      1. Token Terminal:
        1. Dashboard com análise de 31 redes e suas taxas coletadas, podendo ser usado como bom indicador de atividade on-chain.
        2. Gostou de um projeto específico e quer analisar concorrentes? Nesse dashboard, você já filtra por segmento e ainda consegue adicionar indicadores on-chain.
      2. Dune Analytics
        1. Dados sobre staking no Ethereum, com quebra por protocolos de staking líquido.
        2. Inscrições & Ordinais no Bitcoin. Se ainda não sabe o que é, Caverna Cripto te cobre.
        3. NFTs, com coleções mais valorizadas e market share das plataformas.
        4. Métricas de exchanges descentralizadas (DEXs)
        5. Na guerras das stablecoins, nada melhor que um dash para analisar market share.
        6. Buscando os ativos queridinhos dos VCs?
        7. Uma das melhores visualizações de fluxo econômico do ETH para os token holders.
      3. DeepDAO, com uma visão detalhada das principais organizações descentralizadas (DAOs) – inclusive, com o tamanho total de sua tesouraria.
      4. Um dos principais objetivos de cripto como infraestrutura é possibilitar a criação de aplicações imparáveis e incensuráveis. Logo, bora acompanhar as principais no DappRadar, né?
      5. Como você já leu o artigo da Caverna Cripto sobre as limitações de processamento em redes descentralizadas, vou pular o porque escalabilidade é um dos principais temas do nosso mundo. Mas, aproveito pra deixar aqui o L2BEAT, uma das melhores formas de monitorar atividade nas camadas dois e bridges.
      6. Principais projetos DeFi e suas redes? Direto no DefiLlama, que de quebra ainda tem um dos melhores logos em cripto.
      7. Glassnode e suas inúmeras visualizações de dados on-chain
      8. Tento sempre evitar declarações absolutas e máximas, mas… se você está minimamente envolvido no mercado cripto e ainda não usa twitter, shame on you. Dá uma olhada nas pessoas que sigo pra já ajudar a construir seu feed 🙂

      Outros agregadores de conteúdo

      1. Recursos (praticamente infinitos) sobre Bitcoin – Jameson Lopp
      2. O “cânone cripto”– A16z
      3. Blockchain Stuff
      4. Research – Hasu

      Sobre o autor

      Lucas Pinsdorf é responsável por novos negócios no Mercado Bitcoin desde 2017, teve participação no lançamento dos primeiros ativos alternativos digitais brasileiros. No passado, participou de operação de gestão de ativos alternativos e trabalhou no Pinheiro Neto Advogados. Se formou em Direito pela USP.

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      1. Whitepaper original – Satoshi
        • Você não imagina quantas pessoas QUE TRABALHAM COM CRIPTO ainda não leram o documento original do Satoshi. São 9 páginas, sendo 1 de referências e umas 3 de cálculos que você provavelmente vai pular. É tão curto que dá pra colocar em uma camiseta.
      2. As narrativas do Bitcoin – Nic Carter
      3. Para que serve o Bitcoin? – Su Zhu
      4. Bitcoin e seu contrato social – Hasu
      5. O que é um blockchain? – Peter Van Valkenburgh

      6. Introdução visual ao Blockchain – Anders Brownworth

      7. Who controls Bitcoin Core? – Jameson Lopp

      8. Bitcoin and Cryptocurrency Technologies – Arvind Narayanan e outros (Princeton University)

      Ethereum

      1. Smart Contracts: Building Blocks for Digital Markets – Nick Szabo

        Se você não sabia, prepare-se pra ficar chocado: os tais dos “contratos inteligentes”, que sempre aparecem quando o assunto é Ethereum, surgiram em 1994.
      2. Se estiver se sentindo aventureiro, também temos um clássico de porque os smart contracts não são nem contratos nem inteligentes.
      3. Para a surpresa de ninguém, também vamos começar pelo whitepaper do Ethereum escrito pelo Vitalik Buterin.
      4. Depois de entender as bases do ETH e seu modelo antigo de Proof-Of-Work, chegou a hora de dar um gás para entender uma das principais mudanças na história do Ethereum.
      5. Por que usar Proof-Of-Stake? – Vitalik
      6. Perguntas frequentes sobre o Proof-Of-Stake – Vitalik
      7. Como funciona o Proof-Of-Stake do Ethereum? – Série de artigos por Patrick McCorry
      8. Agora, vamos consolidar a visão geral de Ethereum com o The Hitchhiker’s Guide to Ethereum – Jon Charbonneau
      9. Apesar de relevante, a mudança para Proof-Of-Stake é apenas um passo na longa jornada de escalabilidade e roadmap geral do Ethereum
        1. O próprio site do Ethereum é uma fonte incrível de recursos
        2. O trilema da escalabilidade – Vitalik
        3. Visão história das narrativas de escalabilidade – Delphi Labs
        4. O guia incompleto dos Rollups – Vitalik
        5. O guia completo dos Rollups – Jon Charbonneau

        Ferramentas

        As métricas on-chain eram um sonho distante no passado, mas uma realidade no presente. Com as redes distribuídas e abertas, a quantidade de dados publicamente disponíveis, esperando para serem dissecados pelos ávidos leitores da Caverna Cripto, são praticamente infinitos.

        1. Token Terminal:
          1. Dashboard com análise de 31 redes e suas taxas coletadas, podendo ser usado como bom indicador de atividade on-chain.
          2. Gostou de um projeto específico e quer analisar concorrentes? Nesse dashboard, você já filtra por segmento e ainda consegue adicionar indicadores on-chain.
        2. Dune Analytics
          1. Dados sobre staking no Ethereum, com quebra por protocolos de staking líquido.
          2. Inscrições & Ordinais no Bitcoin. Se ainda não sabe o que é, Caverna Cripto te cobre.
          3. NFTs, com coleções mais valorizadas e market share das plataformas.
          4. Métricas de exchanges descentralizadas (DEXs)
          5. Na guerras das stablecoins, nada melhor que um dash para analisar market share.
          6. Buscando os ativos queridinhos dos VCs?
          7. Uma das melhores visualizações de fluxo econômico do ETH para os token holders.
        3. DeepDAO, com uma visão detalhada das principais organizações descentralizadas (DAOs) – inclusive, com o tamanho total de sua tesouraria.
        4. Um dos principais objetivos de cripto como infraestrutura é possibilitar a criação de aplicações imparáveis e incensuráveis. Logo, bora acompanhar as principais no DappRadar, né?
        5. Como você já leu o artigo da Caverna Cripto sobre as limitações de processamento em redes descentralizadas, vou pular o porque escalabilidade é um dos principais temas do nosso mundo. Mas, aproveito pra deixar aqui o L2BEAT, uma das melhores formas de monitorar atividade nas camadas dois e bridges.
        6. Principais projetos DeFi e suas redes? Direto no DefiLlama, que de quebra ainda tem um dos melhores logos em cripto.
        7. Glassnode e suas inúmeras visualizações de dados on-chain
        8. Tento sempre evitar declarações absolutas e máximas, mas… se você está minimamente envolvido no mercado cripto e ainda não usa twitter, shame on you. Dá uma olhada nas pessoas que sigo pra já ajudar a construir seu feed 🙂

        Outros agregadores de conteúdo

        1. Recursos (praticamente infinitos) sobre Bitcoin – Jameson Lopp
        2. O “cânone cripto”– A16z
        3. Blockchain Stuff
        4. Research – Hasu

        Sobre o autor

        Lucas Pinsdorf é responsável por novos negócios no Mercado Bitcoin desde 2017, teve participação no lançamento dos primeiros ativos alternativos digitais brasileiros. No passado, participou de operação de gestão de ativos alternativos e trabalhou no Pinheiro Neto Advogados. Se formou em Direito pela USP.

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