YouTube bane canal do Bitcoin.com, de Roger Ver, e volta atrás
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A Ripple, empresa responsável pelo token XRP, entrou hoje com um processo contra o YouTube.

A Ripple Labs, juntamente com seu CEO Brad Garlinghouse, entrou com a ação em um tribunal federal do norte da Califórnia.

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A empresa alega que um grande número de golpes envolvendo o XRP chegou ao site do YouTube e que o YouTube não tomou nenhuma ação contra eles, apesar das demandas da Ripple. Além disso, a Ripple alega que o YouTube verificou repetidamente contas que executam fraudes e concedeu “crachás de verificação” a canais falsos.

A Ripple agora está pedindo a um tribunal federal tome alguma medida contra o YouTube e evite que a gigante do streaming de vídeo lucre ainda mais com esses golpes através da receita de anúncios gerada a partir de suas visualizações.

“Vemos uma necessidade extrema – agora, mais do que nunca – de proteger os consumidores em todo o mundo de golpes perigosos de doações on-line e falsas personificações no YouTube, Twitter, Facebook e mais”, disse a empresa de criptomoedas em uma publicação no blog.

Questionado pelo Decrypt, o YouTube não se pronunciou ainda.

Documentos do tribunal alegam que Garlinghouse e sua empresa sofreram “danos irreparáveis” às suas imagens públicas como resultado de golpes de XRP no YouTube. O documento também afirma que esses golpes resultaram na fraude dos usuários de “milhões de XRP avaliados em centenas de milhares de dólares”.

Os golpes de doação de criptomoedas geralmente envolvem um estelionatário representando membros importantes da indústria de criptomoedas na tentativa de enganar os usuários a enviarem fundos em troca de uma chance de ganhar uma fortuna em troca. Esses golpes também proliferam em plataformas de mídia social como o Twitter, com fraudadores representando pessoas como Elon Musk, fundador da Tesla e da SpaceX, e outros.

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Golpes online como esses aumentaram no mês passado, graças à crescente pandemia de COVID-19. A Comissão de Negociação de Contratos Futuros de Commodities (CFTC) relatou que, desde 1º de janeiro deste ano, as fraudes relacionadas ao coronavírus resultaram em mais de US$ 13 milhões em perdas totais.

*Traduzido e republicado com autorização da Decrypt Media
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