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Número de investidores de Bitcoin cresceu 50% no 1º trimestre, diz MB

Além de Bitcoin, a diversificação também ganhou força, com a base de pessoas que investem em mais de uma criptomoeda subindo quase 20%

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Foto: Shutterstock

Embora três meses possam parecer pouco, o período pode concentrar movimentos relevantes: no fim de 2025, o Bitcoin atingiu US$ 126 mil e, logo depois, caiu mais de 25%. Ainda assim, o movimento de queda, que se manteve em 2026, não afastou os investidores, que passaram a enxergar o momento como uma oportunidade de longo prazo.

Um levantamento do MB | Mercado Bitcoin, plataforma de ativos digitais líder na América Latina, mostra que o número de investidores na criptomoeda cresceu 50% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao último trimestre de 2025.

O movimento de compra, que vai além do preço baixo, está ligado à tradicional organização financeira do início do ano, que impulsiona a entrada de novos participantes no universo cripto. Além disso, a recente regulamentação também contribuiu para trazer mais segurança e fortalecer o segmento.

Entretanto, o interesse não parou no Bitcoin, com o número de investidores que aplicam em mais de uma classe de ativos avançando quase 20% no primeiro trimestre de 2026, na comparação com o mesmo trimestre de 2025.

“Nos últimos 10 anos, uma carteira com 5% de Bitcoin apresentou retorno 33% superior em comparação a uma carteira sem o ativo”, afirma Fabrício Tota, VP de Negócios Cripto do MB. “Essa performance reforça o potencial do Bitcoin e, ao mesmo tempo, amplia a confiança para diversificação, com investidores buscando outras criptomoedas, como Solana e Ether, além de stablecoins lastreadas em dólar”, acrescenta.

Nesse sentido, o dólar digital se destacou, registrando crescimento de 10% em volume de negociação no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2025. No longo prazo, o avanço é ainda mais expressivo: comparado ao primeiro trimestre de 2025, o número de investidores mais que triplicou, evidenciando o rápido ganho de espaço dos ativos lastreados no dólar americano.

Tota reforça que sempre é tempo para começar a investir em criptoativos. Para equilibrar a carteira, a recomendação de Tota é alocar entre 5% em criptoativos para perfis conservadores e iniciantes e até 15% para os mais arrojado. “Cripto é para todos os perfis de risco, especialmente o Bitcoin”, conclui o executivo.

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