Imagem da matéria: Grayscale prevê que mercado de jogos do metaverso pode chegar a US$ 400 bilhões
Foto: Shutterstock

A receita gerada de jogos do metaverso baseados em blockchain pode chegar a US$ 400 bilhões em 2025, segundo um relatório publicado nesta quinta-feira (25) pela gestora de ativos digitais Grayscale. A empresa estima que o novo mercado, alavancado por NFTs e metaversos como o do Decentraland, pode chegar a US$ 1 trilhão de receita por ano no longo prazo. 

De acordo com a Graysacele na publicação intitulada ‘The Metaverse, Web 3.0 Virtual Cloud Economies’, o metaverso é uma oportunidade de mercado que ainda está emergindo. “O metaverso está em seus primeiros tempos”, diz um trecho do documento, que ressalta que muitos elementos importantes ainda começaram a tomar forma. 

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Entende-se por Web 3.0 a nova geração da internet, ou seja, descentralizada, que alinhada ao metaverso, tokens não fungíveis (NFTS) e a modalidade ‘jogue para ganhar’ (play-to-earn), está revolucionando várias setores, como e-commerce, a mídia e o entretenimento, até mesmo o setor imobiliário, diz o relatório.

A Grayscale ressaltou a receita de US$ 180 bilhões anotada no ano passado e o que já foi gerado de receita no último trimestre deste ano, estimado em US$ 8,2 bilhões. Desse montante, diz o relatório, pelo menos US$ 1,8 bilhão vieram da Web 3 e de economias baseadas em jogos blockchain.

Gráfico com a receitas geradas por plataformas descentralizadas (Imagem: Reprodução)

Para dar mais clareza às estimativas, a Grayscale tomou por exemplo a economia do jogo play-to-earn em metaverso da Decentraland, movida pelo token MANA, que tem ganhado milhões de usuários globalmente.

Exemplo de jogos baseados em blockchain (Imagem: Reprodução)

Outro ponto, diz o relatório, é o interesse pelo potencial do novo ecossistema por grandes empresas que estão focadas na Web 3.0, como o Facebook que no mês passado anunciou seu novo nome, Meta.

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“Neste ponto de inflexão, outras empresas líderes de tecnologia da Web 2.0 provavelmente precisa começar a explorar o metaverso para se manter competitivo, e os holofotes gerou uma nova onda de investimentos nesta categoria de criptoeconomia emergente”, diz um trecho do documento.

Sobre o conceito de metaverso, os autores definiram como “mundos virtuais 3D interconectados, experienciais, onde pessoas localizadas em qualquer lugar podem se socializar em tempo real para formar uma economia de internet abrangente e de propriedade do usuário, que se estende tanto ao mundo digital quanto ao mundo físico”.

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