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XBCI11: Novo ETF de Bitcoin na B3 oferece exposição de até 150% ao ativo

XBCI11 oferece até 1,5x de exposição ao Bitcoin com estratégia de renda baseada em opções

bitcoin
Foto: Shutterstock

A Buena Vista Capital, gestora especializada em renda fixa e variável, anunciou nesta terça-feira (31) o lançamento na B3 do seu novo ETF baseado no Bitcoin, chamado XBCI11.

O ETF oferece acesso ao mercado de criptomoedas por meio do que definem de “estratégia aprimorada” que busca alcançar exposição ampliada ao Bitcoin, combinada à distribuição mensal de proventos.

O fundo replica o índice de referência BDEXXBCIP, que busca proporcionar exposição de até 150% ao desempenho do Bitcoin por meio de uma estrutura que combina posições no ativo subjacente com estratégias em opções.

A estratégia do fundo utiliza operações conhecidas como covered call, que consistem na venda de opções de compra sobre parte do portfólio. Por conta da exposição adicional, a estratégia de proventos do fundo busca permitir a distribuação de um montante maior mensalmente. Em paralelo, o fundo utiliza estruturas com opções de compra e venda para criar exposição sintética adicional ao ativo subjacente. 

“A criação do índice que referencia o XBCI11 segue o propósito de desenvolver metodologias que viabilizem novas formas de exposição a ativos, combinando estratégias utilizadas no mercado internacional com a realidade do investidor local”, afirma Ricardo Schneider, Sócio da DEX ETFs, provedora do índice do XBCI11. 

Segundo Renato Nobile, CEO e CIO da Buena Vista Capital, a proposta do ETF é ampliar as alternativas de acesso ao mercado de criptoativos dentro da estrutura de fundos negociados em bolsa.

“Enquanto o COIN11 oferece exposição direta ao desempenho do Bitcoin, o XBCI11 foi estruturado com uma proposta diferente, que combina exposição aprimorada ao ativo com uma estratégia voltada à geração de renda. A ideia é ampliar o conjunto de alternativas dentro do universo de ETFs ligados a criptoativos, permitindo que o investidor escolha entre diferentes formas de acessá-los”, afirma.

A gestora afirma que a exposição ao Bitcoin pode contribuir para a composição de portfólios ao apresentar dinâmica de preço distinta de classes de ativos tradicionais. 

O XBCI11 possui taxa global de 0,98% ao ano, não possui come-cotas e segue a tributação de 15% na fonte sobre os proventos e 15% via DARF sobre o ganho de capital na venda das cotas. O ETF conta com formador de mercado do BTG e terá negociação diária na B3 por meio de bancos e corretoras. 

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